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	<title>CineScope</title>
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		<title>O Jogador</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 15:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filme imperdível]]></category>
		<category><![CDATA[argumento]]></category>
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		<category><![CDATA[Robert Altman]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1770" title="the_player" src="http://cinescope.com.br/files/2012/04/the_player_griffin_mill_mud-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />No início de <em>O Jogador </em>(1992), dois sujeitos de fala rápida, figuras típicas de Hollywood, saem caminhando pela porta da frente do escritório de um estúdio, trocando piadas sobre filmes que começam com longas sequências espetaculares. À medida que a câmera, em movimento fluido, abandona essses personagens e se concentra em outros, a piada torna-se clara: este é o supra sumo das sequências, uma paródia dos momentos espalhafatosos e cheios de pompa do cinema moderno.</p>
<p>Este filme foi divulgado como o retorno de Robert Altman, sua recuperação 12 anos após o desastre comercial de <em>Popeye</em> (1980). Isso está longe da verdade, já que Altman nunca deixou de trabalhar com cinema, teatro e tv. Mas <em>O Jogador</em>, exibindo um domínio eumma modernidade de tirar o fôlego, trouxe Altmande volta a atenção do público em geral. É um entretenimento espantosamente cínico.</p>
<p>O roteiro inteligente (de Michael Tolkin, baseado em seu romance homônimo) lembra uma adaptação cinematográfica mais bem feita de <em>A fogueira das vaidades</em>, de Tom Wolfe, do que a versão oficial de Brian De Palma dois anos antes.</p>
<p>Griffin Mills, interpretado com um charme glacial por Tim Robbins, é o esperto executivo de estúdio. Ele avalia argumentos &#8211; resumos orais feitos por pessoas interessadas em tranformar em filme ideias muitas vezes absurdas. Griffin está ficando cada vez mais incomodado com os jogos de poder em sua empresa e mais ainda com as ameaças de morte que vem recebendo de um roteirista<img class="alignright size-medium wp-image-1771" title="altman" src="http://cinescope.com.br/files/2012/04/altman-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /> insatisfeito por ter sido rejeitado.</p>
<p>Aqui começa uma trama de suspense envolvendo uma identidade misteriosa, um assassinato acidental, mentiras, blefes, coincidências, riscos físicos e intriga sexual. Altman realiza tudo impecavelmente, mas seu verdadeiro interesse é outro. Como sempre, Altman se diverte pintando um mosaico detalhado, um mundo em miniatura. Personagens secundários excêntricos, incidentes passageiros, conversas ouvidas por acaso, divagações estranhas &#8211; são essas coisas que tornam <em>O Jogador</em> um  filme maravilhoso.</p>
<p>Sem esforço, Altman condensa o cinema de Hollywood, ao mesmo tempo que fornce uma alternativa radical a ele. Contra todos aqueles filmes de final feliz com heróis fortes, conflitos claros e motivações  bem definidas, <em>O Jogador</em> oferece um herói safado, situações vagas e motivos ambíguos &#8211; temperado com amais pura ironia. No final, você vai ficar se perguntando como a nata de Hollywood pôde concordar em ser parte desse exercício supremo de subversão maliciosa.</p>
<p><a href="http://cinescope.com.br/2012/04/15/o-jogador/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><strong>Ficção:</strong> 124 min. Cor</p>
<p><strong>Idioma:</strong> Inglês</p>
<p><strong>Direção</strong>: Robert Altman</p>
<p><strong>Produção:</strong> David Brown, Michael Tolkin, Nick Wechsler</p>
<p><strong>Roteiro:</strong> Michael Tolkin</p>
<p><strong>Fotografia:</strong> Jean Lépine</p>
<p><strong>Música:</strong> Thomas Newman</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tim Robbins, Greta Scacchi, Fred Ward, Whoopi Goldberg, Peter Gallagher, Brio James, Cynthia Stevenson, Vincent D&#8217;Onofrio, Dean Stockwell, Richard E Gram, Sydney Pollack, Lyle Lovett, Dina Merril, Angela Hall, Leah Ayres</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte:</strong> 1001 filmes para ver antes de Morrer</p>
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		<title>Em cartaz na web próxima de você</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 11:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direção]]></category>
		<category><![CDATA[direção]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[web filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer filme com smartphone por mais recursos que ele tenha devemos pensar diferente com relação a exibição, na web é de outro jeito, o que começou como apenas uma forma a mais de se fazer filmes hoje se tornou um padrão de vermos algo. Isto segue alguns conceitos que delimitam a realização técnica mas por...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1761" title="Scosche_KickbackP1" src="http://cinescope.com.br/files/2012/04/Scosche_KickbackP1-300x237.jpg" alt="" width="300" height="237" />Fazer filme com smartphone por mais recursos que ele tenha devemos pensar diferente com relação a exibição, na web é de outro jeito, o que começou como apenas uma forma a mais de se fazer filmes hoje se tornou um padrão de vermos algo. Isto segue alguns conceitos que delimitam a realização técnica mas por outro lado estimula a criatividade.</p>
<p>O lugar onde geramente assistimos ao filmes não é igual uma sala da cinema e por isso vários outros estímulos estão a nossa volta e podem tirar nossa atenção a qualquer momento. Tramas claras e objetivas facilitam o entendimento e &#8220;prendem&#8221; mais rapidamente o espectador até o fim da história.</p>
<p>Dirija seus atores para que a atuação tenha uma lingugem não verbal definida, ajuda a contar a história, isso instiga o espectador e ajuda a desenvolver a trama.</p>
<p>O tempo do filme quem define é você mas saiba que um minuto de vídeo na web parecem durar dez e por isso procure ser simples não encha a tela de informação, a regra de menos é mais é o mantra de quem quer ser cineasta na web.</p>
<p>Na edição mantenha apenas três camadas de audio na timeline; é necessário ter especial cuidado em destacar os sons que você acha mais importante na cena para que o espectador perceba o que está acontecendo.</p>
<p>Se for filmar com um smartphone você já pode perceber como será a sensação que o espectador terá na hora que estiver assistindo, cuidado com enquadramentos movimentos bruscos e planos muito longos.<img class="alignright size-medium wp-image-1762" title="off" src="http://cinescope.com.br/files/2012/04/off-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p>Assim como a câmera não deve fazer movimentos bruscos, os atores também deve buscar uma outra forma de se movimentar sem fazer movimentos rápidos demais, todos esses detalhes ajudam na hora da compressão do filme.</p>
<p>Como a exibição provávelmente será em telas pequenas tenha uma atenção especial com a iluminação das cenas e mais uma vez, simplifique a cena sempre.</p>
<p>O padrão de largura e altura da tela (aspect ratio) segue o os modelos 4:3 e 16:9.</p>
<p>Os títulos e créditos são uma oportunidade de buscar novos formatos, não acredito que precisemos seguir o formato que vemos em filmes convencionais de cinema, os filmes para web devem já começar a contar a história no primeiro segundo e se o título e os créditos forem ajudar nisso ótimo se não deixe-os para o final.</p>
<p>Tente escolher uma palheta de cores bem reduzida mas com cores definidas que deêm uma identidade ao seu filme, busque profundidade nas sombras e abuse das tonalidades e definição de sombras. A escolha por exemplo de três cores apenas na palheta que vai estar em todas as cenas do filme é mais um limitador que ajuda a desenvolver criativamente o filme em um novo formato que está sempre em desenvolvimento que é o meio digital.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1765" title="iPhone4.35mmadapter.water.4" src="http://cinescope.com.br/files/2012/04/iPhone4.35mmadapter.water_.4-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" />A combinação de tela muito pequena e taxa de quadros pobres significa que você rapidamente consegue um efeito estroboscópio da edição rápida estilo MTV. Além disso, o tamanho da tela lhe dá menos habilidade paa ver o que está acontecendo, portanto cada filmagem deve estar na tela por mais tempo.</p>
<p>Existem vários formatos de compressão e sempre estão criando novas codificações para que os arquivos fiquem com qualidade cada vez melhor ocupando o mínimo espaço. Atualmente os formatos mais usados são o H.264, MPEG2 e MPEG-4.</p>
<p>Usamos o Final Cut como editor padrão e por isso é importante lembrar que vídeo entrelaçado é uma maneira de fazer parecer mais suave na tv, mas na web ele vai parcer desarticulado e irregular, por isso tome cuidado produrando usar filtros que &#8220;desentrelace&#8221; o arquivo quando for exportá-lo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Webséries</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 19:54:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da rua]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[web filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[O hábito de assistir vídeo e filmes há pelo menos 7 anos mudou drásticamente, hoje não temos apenas a TV para assistir filmes ou programas dentro das nossas casas, a internet rompeu esse paradigma e mais do que isso nos possibilitou a assistir o que quisermos na hora que bem entendermos a muitas vezes em...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1742" title="lost" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/main_characters_of_lost-300x88.jpg" alt="" width="300" height="88" />O hábito de assistir vídeo e filmes há pelo menos 7 anos mudou drásticamente, hoje não temos apenas a TV para assistir filmes ou programas dentro das nossas casas, a internet rompeu esse paradigma e mais do que isso nos possibilitou a assistir o que quisermos na hora que bem entendermos a muitas vezes em qualquer lugar.</p>
<p>Nesta nova modalidade de assistir filmes surgem as webséries, divididas em webisódios que são vídeos curtos que interagem entre si assim como nos seriados de TV comuns. Podemos não assistir tanta TV, mas ainda queremos acompanhar histórias de longa duração, com diálogos mordazes, cenários reais e forte atuação. E você não precisa perder nunca, porque ela fica on-line esperando por você para sintonizar quando lhe convier. Como resultado, os webisódios recebem um grande público e criam seguidores leais.</p>
<p>Os melhores webisódios não seguem os esteriótipos que você vê na maioria dos programas de TV. Para obter grandes índices de audiência, a TV tem de manter as formas convencionais com o que a maioria das pessoas olham, falam e o que usam, ficando em um cenário urbano ou suburbano. O horário nobre evita principalmenteas minorias, grupos de jovens e comunidades de interesses especiais, e emissoras rapidamente eliminam programas que não geram lucro, o que em web séries não deve ser a preocupação inicial.</p>
<p><a href="http://cinescope.com.br/2012/03/29/webseries/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><em>Webséries preenchem a lacuna deixada pela TV e está disponível quando você quiser.</em></p>
<p>A recompensa pode ser boa, especialmente se você começar a ser reconhecido como o criador daquela série que as pessoas estão acompanhando. Um monte de pessoas tem as mesmas ideias mas poucas são as que tem a perseverança de realizar, além disso o formato permita a criação de um público fiel que facilita a divulgação dos episódios seguintes.</p>
<p>O público-alvo depende da série que você fizer, mas é importante identificar quem irá realmente gostar de sua websérie. Descreva o <img class="alignright size-medium wp-image-1744" title="THE BIG BANG THEORY" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/bbt-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" />espectador perfeito, quantos anos ele tem, o que gosta de fazer e ver. Essa pessoa imaginária irá se tornar seu espectador número um: Quem você quer que assista o programa.</p>
<p>Você não pode demandar muito tempo para fazer um episódio, pois o primeiro, que será o piloto, deverá já apresentar todos os elementos essenciais que aparecerão nos outros webisódios, com peronagens já encaixados e cenários ambientados, levando assim menos tempo de ensaio.</p>
<p>É importante também tirar um tempo para divulgar a série, criar páginas nas redes sociais e contar com a ajuda do CineScope são algumas delas. <img src='http://cinescope.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sua série precisa estar sendo sempre lapidada , abandone o que não funciona e acrescente novas idéias, nunca fique completamente satisfeito, mantenha-se sempre fora da zona de comforto. A chave para o sucesso é passar o tempo evoluindo o programa e trabalhar bem próximo dos atores. Considere os primeiros programas como laboratórios para o resultado que você espera.</p>
<p>O start:</p>
<ul>
<li>Crie ideias diferentes, esqueça os clichês.</li>
<li>Tenha horários regulares para tudo, reuniões de roteiro, filmagens e ensaios.</li>
<li>Divulgue, começando com sua rede de relacionamentos.</li>
<li>Tenha um &#8216;set&#8217; confiável e rgular onde a ação irá sempre acontecer, não importa onde seja uma padaria, um apartameto ou uma esquina é importante que possa ser usado e não tenha mudanças bruscas repentinas.</li>
<li>Certifique-se que tem a autorização das pessoas envolvidas, propietário do local de filmagem, atores, equipe e etc.</li>
<li>Procure fazer uma edição com continuidade narrativa direta, começo meio e fim.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um app pra voltar ao passado</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 20:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[CineScope]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Mudo]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[smartphones]]></category>
		<category><![CDATA[web filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano o grande ganhador do oscar foi o filme &#8220;O Artista&#8221; uma produção no mínimo diferente por nos trazer de volta as salas, um cinema que acreditávamos que a muito tempo estava extinto, filmes em preto e branco e mudo, eu pessoalmente nunca havia ido ao cinema para assistir um filme neste formato. O...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft  wp-image-1733" title="o artista" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/o-artista-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" />Este ano o grande ganhador do oscar foi o filme &#8220;<em>O Artista</em>&#8221; uma produção no mínimo diferente por nos trazer de volta as salas, um cinema que acreditávamos que a muito tempo estava extinto, filmes em preto e branco e mudo, eu pessoalmente nunca havia ido ao cinema para assistir um filme neste formato. O filme realmente é muito divertido e prende nossa atenção do início ao fim, mas por trás desta bela homenagem existe um forte sentimento saudosista, por um tempo que a sétima arte era muito mais impactante e importante para as pessoas,e em toda festa do Oscar deste ano ficou bem claro isso, mas infelizmente não vivemos mais tempos tão ingênuos e a oferta de entretenimento se multiplicou em uma escala geométrica fazendo que hoje o formato sala de cinema veja o público encolher e limitar sua oferta a blockbusters.</p>
<p><a href="http://cinescope.com.br/2012/03/28/um-app-pra-voltar-ao-passado/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>O avanço tecnológico é em parte responsável por este declínio do cinema, mas o mesmo avanço também nos proporcina a possibilidade de nos tornarmos cineatas de produções iguais a que fizeram artistas com Charles Chaplin e Buster Keaton serem considerados gênios do cinema.</p>
<p><img class="alignleft  wp-image-1734" title="film" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/film.jpg" alt="" width="127" height="129" />O nome do app é <a href="http://itunes.apple.com/br/app/silent-film-director/id335148458?mt=8">Film Director</a> ($ 1,99) e eu achei ele bem interessante, com ele você pode filmar ou importar um outro arquivo que já esteja no Rolo de Câmera do iPhone e poderá também editar, colocando trilha sonora da época que já vem instalado, fotos, transições e os famosos cartões de texto entre uma cena e outra, afinal o filme é mudo.</p>
<p>Este final de semana dei o iPhone na mão do meu filho mais velho de 14 anos para ele dirigir a mim e meu caçula em uma filme que ele bolou na hora editou e o resultado você poder ver abaixo.</p>
<p><a href="http://cinescope.com.br/2012/03/28/um-app-pra-voltar-ao-passado/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Reparem que foi só uma brincadeira de alguns minutos que gerou um filme de segundos, mas nos divertimos muito, se você quiser fazer algo mais elaborado o app também tem uma área de competição onde você coloca o seu filme para concorrer com outros usuário do aplicativo. Vale a pena!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Personagens e tramas de documentário</title>
		<link>http://cinescope.com.br/2012/03/23/personagens-e-tramas-de-documentario/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 21:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direção]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[direção]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Em documentário, de modo geral, os filmes são descritos ou como trama ou como condução de personagens. Um filme conduzido por personagens é aquele em que a ação emerge do que querem e necessitam seus personagens. Em um filme conduzido pela trama, os personagens são secundários aos acontecimentos que compõem a trama. Em documentários, existem...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1726" title="documentário01" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/la-frontiere-interieure-documentary-french-architects-take-on-iron-curtain-berlin-french-iron-curtain-documentary-borders-eu-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" />Em documentário, de modo geral, os filmes são descritos ou como trama ou como condução de personagens. Um filme conduzido por personagens é aquele em que a ação emerge do que querem e necessitam seus personagens. Em um filme conduzido pela trama, os personagens são secundários aos acontecimentos que compõem a trama. Em documentários, existem ambos os tipos de filme, havendo toda uma terra-de-ninguém entre eles.</p>
<p>Uma vez que a narrativa dramática em geral requer algo mais específico do que histórias conduzidas por personagens, vale passar em revista alguns elementos básicos que fazem essas histórias funcionar.</p>
<ul>
<li>História é sobre alguém que sentimos empatia</li>
<li>Essa pessoa deseja alguma coisa com todas as suas forças.</li>
<li>A tal coisa é difícil &#8211; porém possível &#8211; de fazer, ganhar ou alcançar.</li>
<li>A história é contada para que se tenham máximos impacto emocional e participação do público no desenrolar.</li>
</ul>
<p>Este tópicos servem tanto para roteiros de ficção quanto de documentários. Embora, para que se tenha um enquadramento melhor do que e como contar, devemos nos perguntar.</p>
<p><strong>Sobre quem (ou o que) é a história</strong></p>
<p>O alguém é seu protagonista, seu herói, a entidade cuja história está sendo contada. Note que seu herói pode, na verdade, ter muito de &#8220;anti-herói&#8221;, e o público talvez tenha de se esforçar para sentir alguma empatia por ele. Mas o personagem e/ou a missão do personagem deve cativar suficientemente para que o público se importe com o resultado.</p>
<p><strong>O que quer o protagonista</strong></p>
<p>O alguma coisa que alguém deseja também é referido como meta ou objetivo. Os contadores de histórias falam de objetivos passivos versus heróis passivos. Em geral, você deseja que os objetivos da história sejam ativos, e isso significa querer que o protagonista da história se encarregue se sua própria vida: estabelecer um objetivo e então prosseguir fazendo o que precisa ser feito para alcançá-lo. Um objetivo passivo é algo como: uma secretária deseja um aumento, para pagar uma cirurgia de aumento dos seios. Ela está passivamente esperando pela promoção, à espera de que alguém perceba que seu trabalho merece uma recompensa. Para ser ativa, ela teria de fazer alguma coisa visando-a, de um modo ou de outro, passar a ganhar mais, fazer algo diferente ou um trabalho extra para levantar o dinheiro necessário para a cirurgia &#8211; algo como arranjar um segundo emprego. Nem toda passividade é ruim: Um condenado a morte, pode ser o protagonista passivo porque nada pode fazer com relação ao seu destino, e isso é parte do que torna a história cativante. No exemplo da secretária, o público está realmente se importando em se ela terá ou não seios maiores? É provável que não. Se tivéssimos alguma razão para a empatia &#8211; digamos, se ela estivesse desfigurada por causa de um acidente &#8211; ,talvez nos importássemos, mas não ainda não se tem um objetivo muito forte. Um objetivo de valor não significa acabar com a fome no mundo ou garantir a a paz mundial.nO que conta é ter comprometimento, dedicar tempo e recursos. Se você não está lá se importando muito com seus protagonistas e com o que eles querem, seu público provávelmente se importarão menos ainda.</p>
<p><a href="http://cinescope.com.br/2012/03/23/personagens-e-tramas-de-documentario/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><a href="http://cinescope.com.br/2012/03/23/personagens-e-tramas-de-documentario/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Digital, cada um tem o seu.</title>
		<link>http://cinescope.com.br/2012/03/22/digital-cada-um-tem-o-seu/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 18:26:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está decidido, nosso equipamento referência para realizarmos filmes, ensinarmos como fazer filmes ou simplesmente fotografar, será o que temos no bolso, genéricamente conhecido como smartphone, estes aparelhos se tornaram nos últimos anos peça essencial na vida de muita gente. Nós especificamente vamos utilizar o iPhone 4S 64 GB para experimentações e realizações audiovisuais, acho que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright  wp-image-1720" title="iphone" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/419226_320242761358006_122442664471351_826775_1048815564_n-225x300.jpg" alt="" width="180" height="240" />Está decidido, nosso equipamento referência para realizarmos filmes, ensinarmos como fazer filmes ou simplesmente fotografar, será o que temos no bolso, genéricamente conhecido como smartphone, estes aparelhos se tornaram nos últimos anos peça essencial na vida de muita gente. Nós especificamente vamos utilizar o iPhone 4S 64 GB para experimentações e realizações audiovisuais, acho que em matéria de recursos de audio e video para o consumidor final a Apple é que melhor apresenta soluções quando se quer um leque maior de recursos, com um único aparelho, podemos escrever, fazer contatos, filmar, editar e compartilhar, tudo sem sair de cima.</p>
<p>O estilo &#8220;faça você mesmo&#8221; é o que acreditamos e pensar em simplificar as atividades se tornou condição primordial para quem quer fazer alguma coisa. Por isso iremos começar a selecionar alguns apps que ratificam nossa aposta no cinema de bolso e que grandes coisas poderam ser feitas com este tipo de equipamento.</p>
<p>Assista o filme abaixo e entenda um pouco do que é possível fazer e já está sendo feito.</p>
<p><a href="http://cinescope.com.br/2012/03/22/digital-cada-um-tem-o-seu/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Este filme foi todo feito utilizando o iPhone.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Irreversível</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 20:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filme imperdível]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[direção]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Gaspar Noé leva o cinema a novos parâmetros com este filme, um conto universal sobre as formas mais elevadas e mais baixas de humanidade. Ao recorrer às mais avançadas técnicas cinematográficas e de narrativa, Noé criou um filme que foi saudado como obra-prima e deplorado como a forma mais vil de lixo cinematográfico. Contado do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1711" title="irreversible 2" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/irreversible-2-300x172.jpg" alt="" width="300" height="172" />Gaspar Noé leva o cinema a novos parâmetros com este filme, um conto universal sobre as formas mais elevadas e mais baixas de humanidade. Ao recorrer às mais avançadas técnicas cinematográficas e de narrativa, Noé criou um filme que foi saudado como obra-prima e deplorado como a forma mais vil de lixo cinematográfico.</p>
<p>Contado do fim para o princípio,<em> Irreversível</em> mostra um dia e uma noite nas vidas dos amigos e amantes Monica Belluci, Vincent Cassel e Albert Dupontel. Começa com uma vingança em forma de assassinato nas primeiras horas da manhã e termina mostrando as doces esperanças do jovem casal formado por Belluci e Cassel, percorrendo uma ampla gama de emoções humanas e comportamentos, as alegrias e os perigos dos relacionamentos interpessoais e os intermináveis mistérios da cultura, sexo e emoção. A notável sofisticação do filme passou despercebida por muitos que se recusaram a ver além da podridão, da violência e da degradação que estão em cena. Para Noé, porém, essa reação era de se esperar. Ele fez de tudo para <img class="alignright size-full wp-image-1712" title="irrerversible-monica-bellucci" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/irrerversible-monica-bellucci-and-jo-prestia1.jpg" alt="" width="460" height="200" />apresentar atos dolorosos da forma mais pertubadora possível. Não apenas pela sua cronologia invertida, que transforma esperança em antecipação trágica, mas também ao filmar com a câmera na mão, acrescentando inaudíveis aondas sonoras de baixa frequência à mistura (como forma de provocar ainda mais náusea).</p>
<p>No centro da trama está o infame plano único em que Belluci é estuprada e surrada até estar a um passo da morte no interior de uma passagem subterrânea de Paris. O filme tornou-se uma <em>cause célèbre</em> com a crítica e plateias do mundo inteiro.Muitos sentiram que gostar do filme e até mesmo apreciar as qualidades do trabalho de Noé seria uma forma de apoiar tal brutalidade, enquanto outros consideram<em> Irreversível</em> como o melhor filme do ano de 2002. É óbvio que não é uma obra para ser apreciada por quem tem estômago fraco. Independentemente de quanto agrade a sua obra, a dedicação e o domínio de sua idéias são inconfundíveis. JP</p>
<p><a href="http://cinescope.com.br/2012/03/21/irreversivel/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><strong>França:</strong> 97min. cor</p>
<p><strong>Idioma:</strong> francês / espanhol / italiano / inglês</p>
<p><strong>Direção</strong>: Gaspar Noé</p>
<p><strong>Produção:</strong> Christopher Rossignon</p>
<p><strong>Roteiro:</strong> Gaspar Noé</p>
<p><strong>Fotografia:</strong> Benoît Debie, Gaspar Noé</p>
<p><strong>Música:</strong> Thomas Bangalter</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Monica Belluci, vincent Cassel, Albert Dupontel, Jo Prestia, Philippe Nahon, Stépahne Drouot, Jean-Louis Costes</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte:</strong> 1001 filmes para ver antes de morrer</p>
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		<title>Três regras que você deve saber</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 17:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direção]]></category>
		<category><![CDATA[Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[direção]]></category>
		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem Cinematográfica]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuidade é o Calcanhar de Aquiles de qualquer cineasta na hora que está filmando e a diversão dos chatos de plantão que ficam apenas observando este tipo de deslize. Muitos grandes cineastas já deram sua derrapada em continuidade por isso existem 3 coisas básicas para te ajudar a não cair nessa. A regra dos terços...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuidade é o Calcanhar de Aquiles de qualquer cineasta na hora que está filmando e a diversão dos chatos de plantão que ficam apenas observando este tipo de deslize. Muitos grandes cineastas já deram sua derrapada em continuidade por isso existem 3 coisas básicas para te ajudar a não cair nessa.</p>
<p style="padding-left: 30px;">A regra dos terços</p>
<p style="padding-left: 30px;">Em alguns momentos do século XV, os pintores descobriram que suas composições ficavam melhores se os objetos principais não estivessem exatamente centralizados, mas ligeiramente deslocados para um dos lados. Conhecida em arte como proporção áurea, ela sugere que é mais estético enquadrar uma árvore a um terço de um dos lados do quadro, mantendo o horizonte  igual nas partes superior e inferior do quadro. Isso faz o quadro parecer equilibrado e aumenta a percepção de profundidade, Isso também evita commposições simétricas, que podem parecer monótonas e sem vida. Para usar bem a proporção áurea, divida o visor da câmera em nove retângulos iguais &#8211; para que você tenha três colunas e três linhas iguais &#8211; e coloque todos os elementos no quadro ao longo dessas linhas.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-1697 alignnone" title="enquadramento" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/terco-2-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /> <img class="size-medium wp-image-1698 alignnone" title="regra_dos_terços" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/regra_dos_terços-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></p>
<p style="padding-left: 30px;">A regra dos 30 graus</p>
<p style="padding-left: 30px;">Ao estabelecer um novo enquadramento, nunca o faça a menos de 30 graus de distância do último. Pense em um semicírculo com a ação principal, no centro da linha reta. Então imagine que os ângulos originam-se desse assunto principal a 30 graus como raios de bicicleta. Você não deve conseguir mais que cinco ângulos de câmera dentro dessa área de 180 graus, mais dois laterais, a edição parecerá saltar, ou pior, fará a ação parecer se mover. Duas tomadas a mais de 30 graus uma da outra são mais facilmente editadas do que aquelas separadas co menos de 30 graus.</p>
<p style="text-align: center;"><img class=" wp-image-1700 aligncenter" title="30graus" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/30graus.jpg" alt="" width="532" height="402" /></p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;">A linha de ação, ou eixo</p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;">Esta pode ser uma das regras mais úteis se você quiser manter o público concentrado no enredo. Linha de ação significa uma linha imaginária que corta a ação da esquerda para a direita ao lonog da tela. Portanto, uma cena que mostra duas pessoas discutindo em um estacionamento posicionaria a câmera diretamente na frente delas para começar, e a linha de ação as atravessaria de uma lado a outro da tela . Portanto, o ator A fica à esquerda na tela, o ator B, à direita. Mas se você cruzar a linha e percorrer os atores por trás e continuar a filmar então ator A parecerá estar à direita da tela, e o B mudará para a esquerda. O efeito que causara é de desorientação total, a menos que esta seja uma ação intencional do diretor.</p>
<p style="text-align: center;"><img class=" wp-image-1703 aligncenter" title="180" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/180-1024x288.jpg" alt="" width="502" height="141" /></p>
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		<title>Ideia e inspiração</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 17:19:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[argumento]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas idéias sustentam o processo criativo: a idéia que inspira o desejo do roteirista e o significado supremo da história expressado através da ação e da emoção estética do clímax do último ato. Uma idéia geralmente não é completa, ou seja está em aberto: o que aconteceria se&#8230;? é o presuposto da dúvida ou das...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1690" title="piscina" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/piscina-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" />Duas idéias sustentam o processo criativo: a idéia que inspira o desejo do roteirista e o significado supremo da história expressado através da ação e da emoção estética do clímax do último ato. Uma idéia geralmente não é completa, ou seja está em aberto: o que aconteceria se&#8230;? é o presuposto da dúvida ou das possibilidades que abre um leque de opções até onde permite nossa imaginação.</p>
<p>Mas o &#8220;o que aconteceria se&#8230;&#8221; é apenas um tipo de premissa. Os escritores acham a inspiração no lugar onde eles estiverem &#8211; um amigo confessando um desejo obscuro, o escárnio de um mendigo perneta, um pesadelo ou um sonho, um fato no jornal, uma fantasia de infância. Até a própria escrita pode inspirá-lo. Exercícios puramente técnicos, como criar uma transição suave entre uma cena e outra ou editar um diálogo para evitar repetição podem detonar uma explosão de imaginação. Tudo pode ser premissa para a escrita, até mesmo, por exemplo, uma olhada rápida para janela.</p>
<p>Lampejos de inspiração ou intuição que parecem tão aleatórios e espontâneos são, de fato, fortuitos. Pois o que pode inspirar um <img class="size-medium wp-image-1692 alignright" title="inspiração2" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/inspiração2-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" />roteirista será ignorado por outro, é uma questão bem pessoal. A premissa acorda o que espera lá dentro, as visões ou convicções nascentes do autor. A soma total de sua experiência o preparou, e ele reage a isso de uma forma que apenas ele reagiria. Agora começa o trabalho. Pelo caminho, ele interpreta, escolhe e faz julgamentos. Se, para algumas pessoas, a última sentença de um escritor sobre a vida parece digmática e opiniosa, que seja assim. escritores insossos e pacificadores são um saco. Queremos almas desembaraçadas com coragem de assumir um ponto de vista, artistas cujas as visões chocam e excitam.</p>
<p>Finalmente, é importante se dar conta que qualquer coisa que inspire a escrita não precisa necessariamente estar no texto. A idéia é preciosa. Desde que ela contribua para o surgimento de uma história e a mantenha, mas se a narração toma um rumo diferente, abandone a inspiração original para seguir a história em evolução. O problema não é começar a escrever, mas continuar escrevendo e renovar a inspiração. Nós raramente sabemos onde estamos indo; escrever é um processo de descoberta.</p>
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		<title>Roma, cidade aberta</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 16:54:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[CineScope]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[clássico]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Rssellini]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerado o estopim de uma revolução estética no cinema, Roma, cidade aberta, de Rossellini, foi a primeira grande obra do neo-realismo italiano e conseguiu explodir as convenções do &#8220;cinema dos telefones brancos&#8221; do regime de Mussollini, em voga na Itália do começo da década de 40. O filme de Rossellini sobre a Resistência Italiana foi...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1678" title="roma" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/roma.jpg" alt="" width="263" height="192" />Considerado o estopim de uma revolução estética no cinema, <em>Roma, cidade aberta</em>, de Rossellini, foi a primeira grande obra do neo-realismo italiano e conseguiu explodir as convenções do &#8220;cinema dos telefones brancos&#8221; do regime de Mussollini, em voga na Itália do começo da década de 40. O filme de Rossellini sobre a Resistência Italiana foi escrito na época da luta subterrânea contra os nazistas. Lembrando a fórmula de Eisenstein do &#8220;filme coral&#8221;, ele conta a história de um grupo de patriotas escondidos no apartamento de um litógrafo chamado Francesco (Francesco Grandjaquet). O comunista que lidera o grupo, Manfredi (Marcello Pagliero), é perseguido pela Gestapo e finalmente capturado e executado. Pina (Anna Magnani), esposa de Francesco, e Don Pietro (Aldo Fabrizi), um padre de boa índole, morrem também, tentando ajudar Manfredi a escapar. Porém é a solidariedade de Roma enquanto cidade que antecipa a vitória final contra os invasores.</p>
<p>A escassez de recursos técnicos e financeiros acabou se mostrando uma virtude de <em>Roma, cidade aberta</em>, que foi filmado em um estilo <img class="alignright size-medium wp-image-1679" title="Roma_città_aperta" src="http://cinescope.com.br/files/2012/03/Roma_città_aperta-300x214.png" alt="" width="300" height="214" />documental. Ao mostrar pessoas reais em locações reais, o filme trouxe uma lufada de ar fresco para o cinema do Ocidente. A liberdade de movimentos da câmera e a autenticidade dos personagens, aliados a uma nova maneira de se contar uma história, foram algumas das qualidades que transformaram o filme em revelação do Festival de Cannes de 1946, em que recebeu a Palma de Ouro. O neo-realismo logo se tornou o modelo estético para diretores interessados em um descrição vívida da História e da sociedade.</p>
<p>Um dos aspectos impressionantes de Roma, cidade aberta é a abordagem de Rossellini do drama de cada personagem. Alguns dos heróis do filme permanecerão para sempre nos corações dos espectadores. Quem é capaz de esquecer a visão de Pina, grávida, correndo por entre as balas, ou do bom padre alvejado diante dos olhos apavorados das crianças? Embora possa pender para o melodramático, a história é tão comovente hoje em dia quanto na época. Não é de surpreender que, depois desse papel, Magnani tenha se tornado uma das maiores atrizes do cinema Italiano.</p>
<p><a href="http://cinescope.com.br/2012/03/06/roma-cidade-aberta/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><strong>Itália:</strong> 100 min. P&amp;B</p>
<p><strong>Idioma:</strong> italiano/alemão</p>
<p><strong>Direção:</strong> Roberto Rossellini</p>
<p><strong>Produção:</strong> Giuseppe Amato, Ferruccio De Martino, Roberto Rossellini</p>
<p><strong>Fotografia:</strong> Ubaldo Arata</p>
<p><strong>Roteiro:</strong> Sergio Amidei, Federico Fellini</p>
<p><strong>Música:</strong> Renzo Rosselini</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Aldo Fabrizi, Anna Magnani, Marcello Pagliero, Maria Michi, Harry Feist, Francesco Grandjaquet</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte:</strong> 1001 filmes para ver antes de morrer</p>
<p>&nbsp;</p>
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